Traz a tua ideia
que nós concretizamos.
Na Agile111, usamos a nossa experiência para desenvolver aplicações que resolvem pequenos problemas do dia a dia das empresas. Tu trazes as dificuldades, nós construímos as ferramentas.
Lado a lado com o
sucesso dos nossos clientes
O nosso sucesso mede-se pela operacionalidade dos nossos clientes. O cada vez maior número de dificuldades resolvidas com as nossas apps mostra a importância do desenvolvimento de software operacional, que muitas vezes é descartado pelas grandes casas de software.
Cada aplicação é desenhada para uma empresa em concreto, e parametrizada até encaixar no modo como essa empresa já trabalha.
Cinco passos, sempre
os mesmos cinco.
Não entregamos licenças, acompanhamos operações. O percurso é fixo, o resultado é sempre diferente.
Estudamos
Vamos ao terreno perceber como a operação corre hoje, com quem fala e onde trava.
Desenvolvemos
Construímos a aplicação à volta desse desenho, não à volta de um template.
Integramos
Ligamos ao que já lá está, para os dados não terem de ser escritos duas vezes.
Testamos
Com quem vai usar, com dados reais, antes de qualquer coisa entrar em produção.
Acompanhamos
A operação muda, a aplicação muda com ela. Ficamos por perto depois da entrega.
Quando um problema
se repete, vira produto.
Duas aplicações que nasceram de trabalho à medida e ficaram boas o suficiente para viver por conta própria.
1TradeShow
A feira não tem rede.
A aplicação não precisa.
Regista a visita, lê os artigos com a câmara, dita as notas em voz alta e fecha a encomenda ou o pedido de amostra ali mesmo, no stand. O catálogo fica guardado na máquina, por isso nada disto depende de haver Wi-Fi. Quando a rede aparece, sincroniza com o ERP e o cliente recebe o talão da visita.
ECLDB · CareLabel Manager
Uma só fonte de verdade para todas as etiquetas de composição da vossa marca.
Uma plataforma de criação e gestão de etiquetas de composição. Composições, cuidados de conservação e idiomas num único sítio, por marca e por mercado, sem versões paralelas a circular.
O 1TradeShow,
por dentro.
O que acontece entre o cliente entrar no stand e a encomenda chegar ao ERP. Seis momentos, nenhum deles a precisar de rede.
A visita abre
em dez segundos.
Empresa, pessoa, contactos. Se já é cliente vem preenchido, se é novo fica criado ali. A sessão abre com a impressão digital, sem password a escrever em cima do balcão.
Os artigos entram
pela câmara.
Leitura de código de barras, um a um ou a série toda de seguida. O catálogo está guardado na máquina, com fotografia, preço e preço por quantidade mínima.
As notas
ditam-se.
O que for dito fica escrito, por voz. Ninguém tem de largar o cliente para ir anotar, nem de confiar na memória até ao fim do dia.
Encomenda
ou amostra.
Quantidades e preços decididos na hora, com a época certa já escolhida. O pedido de amostra segue o mesmo caminho da encomenda.
O cliente leva
o talão consigo.
Resumo da visita em PDF, entregue no fim da conversa e não três dias depois, quando já ninguém se lembra do que ficou combinado.
Sincroniza
quando puder.
Cada registo mostra se está pendente, sincronizado ou em erro. A encomenda entra no ERP mal haja rede, e nada se perde por não a ter havido antes.
Nada disto foi desenhado numa sala de reuniões. Foi construído em feiras e showrooms, a corrigir o que falhava na feira seguinte, e vai em mais de duzentas versões.
O ECLDB,
por dentro.
O que acontece entre saber de que é feita uma peça e existir uma etiqueta pronta para cada mercado onde ela vai ser vendida. Seis passos, um registo só.
A peça descreve-se
uma vez.
Fibras e percentagens, componente a componente, com a conta a fechar nos cem. É a única altura em que alguém escreve isto, e passa a ser daqui que vem tudo o resto.
Os símbolos escolhem-se,
não se desenham.
Lavagem, lixívia, secagem, engomar e limpeza profissional, escolhidos do conjunto normalizado. Ninguém vai buscar um símbolo a uma etiqueta antiga para colar numa nova.
A tradução não
se improvisa.
Cada termo tem a sua versão em cada idioma, e é sempre a mesma. A etiqueta de um mercado deixa de depender de quem a escreveu nesse dia.
Um artigo,
as versões que precisa.
O que tem de constar numa etiqueta muda de país para país. A composição é a mesma, o que muda é como sai formatada para cada sítio onde a peça vai ser vendida.
Muda a malha,
muda a etiqueta.
Uma composição raramente fica quieta até ao fim da estação. Quando muda, muda num sítio e desce a todos os mercados, em vez de obrigar a ir corrigir um por um.
Sai pronta para
quem a vai fazer.
No fim há uma etiqueta fechada para seguir para quem imprime ou cose, tirada do mesmo registo e não copiada à mão de um email para uma folha de cálculo.
Nada disto é difícil de fazer uma vez. É difícil de manter igual em doze mercados, estação atrás de estação, e é esse o trabalho que a aplicação tira de cima de quem o estava a fazer à mão.
Dificuldades que
deixaram de existir.
Três operações onde havia trabalho manual a mais e passou a haver menos.
A rede da feira caía,
a encomenda não podia.
O registo da visita, a leitura dos artigos e a encomenda passaram a acontecer no tablet, em cima do stand, com o catálogo inteiro guardado na máquina. Quando há rede, sincroniza com o ERP sozinho.
Offline catálogo inteiro na mãoDoze mercados,
doze folhas de cálculo.
A composição de cada artigo vivia repetida num ficheiro por país. Mudava a malha e mudavam doze sítios, e havia sempre um que ficava para trás. Passou a existir um registo por artigo, e cada mercado lê o mesmo.
Uma fonte por marca e por mercadoO ERP estava no escritório
e a operação não.
O FileMaker que corre a empresa passou a falar com a web. Quem está numa feira, em casa de um cliente ou noutro país trabalha sobre os mesmos dados, sem VPN e sem segunda base de dados a correr em paralelo.
Mesmos dados dentro e fora do escritórioAgenda já a tua reunião.
Trinta minutos chegam para percebermos se há aqui trabalho para fazer.